4 semanas atrás - por Yasmin Vitoria

Porque vulcões entram em erupção, depois de anos adormecidos?

Muitas pessoas se questionam, porque os vulcões entram em erupção, ainda mais pelo recente erupção de vulcões adormecidos há muitos anos, como a erupção ocorrida essa semana nas ilhas Canárias.

Essa erupção vulcânica é um fenômeno da natureza, que geralmente, apesar de representar grandes catástrofes naturais, é considerado como uma observação do que mais ou menos acontece no interior da terra.

Primeiro vamos entender o que é vulcão?

Vulcão é uma estrutura geologia constituída por cone vulcânico, cratera, chaminé e câmara magnética.

Basicamente:

  • Câmara magmática
  • Cone vulcânico
  • Chaminé
  • Cratera

Essa estrutura geologia é uma massa de rocha fundida pela alta temperatura, que corresponde a uma proeminência na superfície terrestre, com uma abertura de onde é expelido material magmático.

Eles podem ser localizados nos continentes e o oceanos, e podem surgir por meios do movimento entre as placas tectônicas.

Mas os vulcões são formados principalmente por silicatos que se misturam com vapor d’água e gás, estruturada a câmara subterrânea de grande profundidade.

E isso foi o que causou a erupção nas ilhas Canária, um vulcão adormecido há cinquenta anos, entrou em atividades.

Mas porque esses vulcões entram em erupção depois de décadas ?

No caso das ilhas Canárias, ela já possui em si uma origem vulcânica, e em menos de uma semana passou por uma crise sísmica, concentrada na ilha de La Palma.

Os cientistas vinculam a possibilidade de existir magna (são constituídos por uma mistura de rocha em estado variável de fusão com materiais voláteis), empurrando a superfície, causando a erupção, como um enxame sísmico, ou seja, é uma concentração temporária de pequenos terremotos em sua área, cada vez mais perto da superfície.

E porque ocorreu depois de tanto tempo?

Nesse caso das ilhas Canárias, a última erupção ocorreu em 1971, e desde então a atividade outrora triangular ( de forma silenciosa).

Então ocorreu uma reativação em 2017, com muitos enxames sísmicos, anos posteriores, mas não tão enérgicos como agora essa semana.

Assim com essa força telúrica, anunciou-se a erupção, com o registro de quase 7.000 tremores de baixa magnitude e intensidade nesse enxame sísmico.

Porém, nos últimos dias os cientistas perceberam uma redução de magna, houve em torno de 4.200 pequenos sismos e uma deformação do solo, que indica boas notícias.

Mas a equipe de especialistas que está acompanhando a evolução do fenômeno não descarta a possibilidade que a magna inquieta possa acabar causando uma erupção, nos próximos dias ou semanas, porém não há sinais claros dessa erupção iminente.

As autoridades elevaram o risco vulcânico de alerta para amarelo. E o melhor no Brasil esse fenômeno também está sendo monitorado, com baixo risco de tsunami.

No Brasil, só teria um tsunami, caso acontecesse uma erupção explosiva, que para o alívio fã população, não é o caso, pois as atividades vulcânicas estão sendo captadas a 8 quilômetros de profundidade em relação à superfície.

E ainda conforme especialistas, esclarece que estamos com o alerta 2, em uma escala de 4, pode permanecer sem alteração por muitos anos.