4 semanas atrás - por Yasmin Vitoria

Italiano Giuseppe Greco, nascido em 4 de janeiro de 1952, membro do alto escalão da máfia siciliana, um assassino de aluguel, com uma ficha criminal bastante longa, seu nome de batismo era Giuseppe Grego, conhecido como Pino que seria uma abreviatura do seu nome.

Alguns membros da sua família, também faziam parte do mundo do crime, seu tio Michele Greco, chefe de Ciaculli, ao qual Giuseppe passou a fazer parte em 1979, uma comissão da máfia da Sicília. Seu pai também era um mafioso, apelidado de Scarpa(siciliano para sapato) daí seu apelido passou a ser sapatinho.

Sua carreira criminosa

Em 1981, durante a segunda guerra da máfia que perdurou até 1983, organizada por Giuseppe Greco e pelos Corleonesi (chefes que também dominavam a máfia) e assim eles cometeram dezenas de assassinatos e acredita -se que muitas vezes ele utilizou sua arma favorita, uma AK47.

Ele foi condenado à revelia por 58 assassinatos a maior parte deles cometido nós anos 80, mas acredita-se que ele assassinou em torno de 80 pessoas e possivelmente 300.

Raramente Giuseppe trabalhava sozinho, costumava liderar um “esquadrão da morte” que incluía Filippo Marchese, Mario Prestifilippo, Raffaele Ganci, Giuseppe Gracono, Gambino, entre outros parceiros de crime, que assim como Greco, eram todos fugitivos com vários mandatos emitidos para sua prisão.

Um desses aliados administrava a chamada “sala da morte” que seria uma cabana em um terreno baldio, onde as vítimas eram torturadas e assassinadas, antes de serem jogadas em tonéis de ácido ou desmembradas e depois despejadas no mediterrâneo.

Além de assassinar desafetos, Greco também assassina parceiros que não tinha mais serventia a máfia, como Riccobono e oito de seus homens, que após serem convidados para um churrasco na casa de Michelle Greco, e no final os nove convidados foram assassinados por Giuseppe Greco e sua equipe de assassinos, supostamente os corpos foram dados como alimento aos porcos, pois jamais foram encontrados.

Anos depois

Ele era um dos proeminentes da nova geração, e no final da segunda guerra de máfia, agia como se fosse o chefe da Ciaculli, enquanto o real chefe seu tio Michele Greco estava escondido.

Com muitos adeptos, jovens que o admiravam ainda mais do que os chefes Corleonesi (outra máfia).

Então Runa( um dos aliados de Giuseppe), sentiu a necessidade de reduzir a força da família Ciaculli eliminando seus assassinos mais proeminente, começando com Scarpuzzedda.

Mas isso foi para enfraquecer a posição de Greco, então Runa ordenou o massacre de Piazza Scaffa, no mandamento de Ciaculli, mas Giuseppe não foi informado como parte de uma estratégia para mostrar sua falta de poder sobre o território sob sua jurisdição.

Sua morte

Um dos últimos crimes de Greco, foi uma emboscada que matou um investigador da polícia, Antonino Cassara, mas três anos antes, Cassara havia emitido um relatório levando o a prisão de 163 mafiosos, incluindo Giuseppe Greco, os membros do esquadrão da morte e seu tio Michele Greco.

Após um mês da morte de Antônio Cassara, o Greco que já estava em casa, foi assassinado em setembro de 1985. Sendo morto por alguns de seus aliados por ordem de Runa.

Seus assassinos foram presos 4 anos depois por outros crimes, e mesmo após sua morte, ele foi julgado e condenado pela justiça a prisão perpétua, pelo assassinato de 58 pessoas.

E Runa para despistar o que havia feito, ordenou que dissolvem o corpo de Greco com ácido, e disse aos outros mafiosos que ele estava escondido nos Estados Unidos.